Este domingo começa a ‘outra’ principal corrida preparatória para o Tour, além do Critério do Dauphiné, que por sua vez hoje termina. A Volta à Suíça, à imagem da prova francesa, vai para a estrada com mais um lote de candidatos aos lugares cimeiros das classificações do Tour, que começa a 1 de julho em Copenhaga, na Dinamarca.

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O percurso da competição helvética também não favorece velocistas, com quase todas as etapas a incluírem dificuldades do relevo que podem fazer seleção no pelotão, num total de oito dias de competição e 20 mil metros de desnível acumulado. Os corredores ofensivos, que apostam em fugas, podem aproveitar os primeiros dias da prova, enquanto os favoritos da classificação geral terão as três últimas etapas, com dois finais em alto, e um contrarrelógio de mais de 25 quilómetros para medir forças e decidirem o triunfo final.

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Procura-se o sucessor de Richard Carapaz (Ineos Granadeiros), vencedor em 2021, mas que estará ausente da edição deste ano após ter participado no Giro, onde conquistou o segundo lugar atrás de Jai Hindley (Bora-Hansgrohe), entre corredores como Remco Evenepoel (Quick-Step Alpha Vinyl Team), Aleksandr Vlasov, Sergio Higuita (Bora-hansgrohe), Daniel Martinez, Adam Yates (Ineos Grenadiers), Thibaut Pinot (Groupama-FDJ), Rigoberto Uran, Hugh Carthy (EF Education-EasyPost), Gino Mäder (Bahrain Victorious), Rohan Dennis (Jumbo-Visma), Alexey Lutsenko (Astana Qazaqstan), Thymen Arensman (DSM), Ion Izagirre (Cofidis) ou Jakob Fuglsang (Israel-Premier Tech).

Ressalva-se a ausência de Tadej Pogacar, que prescindiu igualmente do Critério do Dauphiné para ultimar a preparação para o seu objetivo de revalidar as duas vitórias consecutivas nas últimas edições do Tour de França. O esloveno optou pela Volta do seu país, onde não terá qualquer confronto com corredores com as mesmas pretensões na Grande Boucle.

Remco Evenepoel é um dos candidatos vitória na Volta à Suíça, mas um ‘outsider’ entre os que visam o Tour. “Gostaria de me comparar com os melhores das grandes voltas Tours e alguns favoritos do Tour”, disse o belga. “Quando estarei satisfeito com o meu desempenho? Meu Deus, pergunta difícil! Um bom resultado na classificação, de preferência um lugar no pódio, por isso vim. Se também puder ganhar uma etapa, tanto melhor. Estou vou dar o meu melhor e espero poder estar uma semana a alto nível. Se puder estar no top 3 ou top 5, tudo bem para mim!”, declarou o corredor da Quick-Step Alpha Vinyl, que tem como grande objetivo a Vuelta a Espanha.

Na Volta à Suíça, no que diz respeito aos caçadores de etapas, destacam-se Benoît Cosnefroy, Clément Champoussin (AG2R Citroën), Maximilian Schachmann (Bora-hansgrohe), Bryan Coquard (Cofidis), Stefan Küng (Groupama-FDJ), Tom Pidcock (Ineos Grenadiers), Alexander Kristoff (Intermarché-Wanty-Gobert Matériaux), Patrick Bevin (Israel-Premier Tech), Philippe Gilbert (Lotto Soudal), Alex Aranburu (Movistar), Kasper Asgreen (Quick-Step Alpha Vinyl), Michael Matthews (BikeExchange- Jayco), Soren Kragh Andersen (DSM), Marc Hirschi, Matteo Trentin (UAE Emirates) e Peter Sagan e Anthony Turgis (TotalEnergies).

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