Rúben Guerreiro consagrou-se, esta terça-feira, numa das subidas míticas da Volta a França, ao vencer a 4.ª edição da clássica Mont Ventoux Dénivelé Challenges, corrida de categoria 1.1 que inclui duas ascensões à montanha conhecida como Gigante da Provença.

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O corredor português da EF Education-Nippo impôs-se categoricamente a cerca de dez quilómetros do cume do Mont Ventoux, quando deixou todos os rivais para trás, cortando depois a meta com 53 segundos de vantagem sobre o seu companheiro de equipa, Esteban Chaves.

O colombiano livrou-se da oposição de Michael Storer (Groupama-FDJ) para chegar ao segundo lugar, enquanto o australiano fechou o pódio a 1.28 minutos de Ruben Guerreiro. Tobias Halland Johannessen (Uno-X) e Guillaume Martin (Cofidis) terminaram, respetivamente, em quarto (+2’00”) e quinto (+2’15”). Entre os favoritos do dia, Alejandro Valverde (Movistar), 21º a 7’27”, e Michael Woods (Israel-Premier Tech), 37º a 13’15”, afundaram-se na subida final.

Rúben Guerreiro sucede no palmarés dos vencedores da Mont Ventoux Dénivelé Challenges a grandes trepadores do pelotão internacional, como o colombiano Miguel Ángel López (2021), o russo Aleksandr Vlasov (2020) e o espanhol Jesus Herrada (2019).

Foto l’equipe.fr

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“Temos lutado por uma vitória destas há algum tempo este ano”, começou por dizer o português, após a corrida. “Temos uma das melhores equipas dos últimos anos, mas temos tido azar esta temporada. Esta vitória… não sei bem o que dizer. Quando ataquei pensei que não conseguiria resistir até ao fim, mas continuei a lutar, a dar tudo… Então, quando reparei que não tinha ninguém atrás de mim, meti o meu ritmo”, contou o ‘cowboy’ de Vendas Novas, que está a ultimar a preparação para o Tour.

“Pareceu uma boa ideia participar nesta prova depois do Dauphiné. Numa grande volta de três semanas há dias de descanso às segundas-feiras, por isso foi o que aconteceu. Terminámos o Dauphiné no domingo, descansámos no dia seguinte e hoje [terça-feira] voltámos a disputar uma corrida de dificuldade máxima”, explicou Rúben Guerreiro.

“O sucesso nesta operação dá-nos confiança antes do Tour. Vamos ver. Na temporada de 2021 não passei muito bem. Estava a sentir-me bem, com boas pernas, como no Giro de Itália em 2020, mas depois sofri uma queda e não recuperei mais. Este ano trabalhei muito, com o apoio da família e da equipa, e os resultados dão-me mais confiança”, concluiu o corredor da EF Education, que foi 9.º classificado no recente Critério do Dauphiné, com destaque para a 5.ª posição na etapa-rainha.

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