Peter Sagan regressou às vitórias, conquistando a terceira etapa da Volta à Suíça no culminar de um sprint massivo num final tortuoso. O eslovaco, ao estilo dos seus tempos áureos, somou o seu 18.º triunfo na corrida helvética e o primeiro com as novas cores da TotalEnergies este ano. Não vencia desde setembro de 2021!

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Sagan superiorizou-se ao francês Bryan Coquard (Cofidis) e ao norueguês Alexander Kristoff (Intermarche-Wanty-Gobert Materiaux). Apanhado numa queda a quatro quilómetros da chegada, que reduziu o pelotão a apenas 60 unidades, Maximilian Schachmann (Bora-hangsrohe) perdeu o 2º lugar geral, que continua a ser liderada por Stephen Williams (Bahrain-Victorious).

 

Entre os principais prejudicados por este incidente, destacam-se Domenico Pozzovivo (Intermarche-Wanty-Gobert Materiaux), Clément Champoussin (AG2R Citroën), Ion Izagirre (Cofidis), Thibaut Pinot (Groupama-FDJ), Rohan Dennis (Jumbo-Visma), Marc Soler (UAE Emirates) e Alexey Lutsenko (Astana Qazaqstan. Ao invés, o galês Geraint Thomas (Ineos Grenadiers) arrancou 3 segundos de bonificação num sprint intermédio e assim regressa ao 4º lugar da geral, a 7 segundos de Stephen Williams.

Na geral, Williams é primeiro, agora com seis segundos para o dinamarquês Andreas Kron (Lotto Soudal), segundo, e sete para o norueguês Andreas Leknessund (DSM), terceiro. Nélson Oliveira (Movistar) subiu ao 45.º posto da geral, ao cortar a meta em 76.º, enquanto Rui Costa (UAE Emirates) foi 111.º e caiu para 96.º.

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Para esta terceira etapa – a mais curta da prova com os seus 176,9 km em terreno de relevo propício tanto a velocistas como a combativos, com quatro subidas categorizadas – um grupo de seis corredores formou a fuga do dia: Manuele Boaro (Astana Qazaqstan), Stefan Bisseger (EF Education-EasyPost), Philippe Gilbert (Lotto Soudal), Quinn Simmons (Trek-Segafredo), Joey Rosskopf (Human Powered Health) e Mathias Reutimann (Seleção Suíça).

Um grupo a não subestimar, e ao qual o pelotão não permitiu mais de 3 minutos de vantagem, quando os ciclistas ultrapassaram a principal dificuldade da etapa, a Côte au Bouvier (5,5 km a 8,3%) após 90 km de corrida. Quinn Simmons aproveitou para consolidar a camisa vermelha de melhor trepador. O americano voltou a somar a pontuação máxima no prémio da montanha 30 km volvidos, no Côte de Bellelay (7,4 km a 4,7%),

A 50 km da meta, com os homens da frente verem a vantagem reduzir-se, um deles, Stefan Bisseger, decide atacar pouco antes da Côte de Vauffelin (2 km a 6,3%), mas é um quarteto que se forma, com Bisseger, Simmons, Gilbert e Rosskopf. Todavia, Bisseger não se conforma e arranca novamente sozinho e seria o único a permanecer à dianteira do pelotão, liderado pela TotalEnergies, Intermarche-Wanty-Gobert Materiaux e BikeExchange – Jayco, para os seus velocistas, respetivamente, Peter Sagan, Alexander Kristoff e Michael Matthews.

No entanto, o rolador suíço da EF Education-Nippo não consegue coroar de sucesso pleno o dia para a sua equipa – que venceu com Ruben Guerreiro no Mont Ventoux Dénivelé Challenges, com Esteban Chaves na segunda posição – e foi absorvido a 11 km do final.

No sprint final, Peter Sagan resistiu à recuperação de Bryan Coquard para, enfim, voltar a celebrar no WorldTour. Na quarta-feira, a quarta etapa liga Grenchen a Brunnen em 190,8 quilómetros, com uma subida de segunda categoria próximo da meta.

Foto principal: cyclingweekly

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